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Pesquisa mostra que o cérebro pode-se restruturar após ter sofrido uma lesão


De acordo com um novo estudo, quando a região de “aprendizagem cerebral” é danificada, novos circuitos neurais surgem, com vista a compensar a função perdida, afirmam cientistas da Universidade de UCLA e Austrália, que estudaram as regiões do cérebro envolvidas na criação destas vias alternativas.

Esta pesquisa foi conduzida por Michael Fanselow e Moriel Zelikowsky em colaboração com Bryce Vissel, lider do grupo do programa de pesquisa de neurociência em Garvan Institute of Medical Research de Sidney. Estes cientistas, descobriram que as partes do córtex pré-frontal assumem o controlo quando o hipocampo (Chave do centro de aprendizagem e formação de memória cerebral), está desativado. Uma descoberta como esta, poderá revolucionar os métodos de tratamentos de doenças como Alzheimer, AVC e outras doenças que envolvam danos a nivel cerebral.

Para este estudo, foram utilizados ratos de laboratório, que na verdade revelaram que apesar de um pouco mais de treino mesmo com danos cerebrais, estes conseguiram aprender as tarefas a desempenhar. Apesar dos ratos terem precisado de um treino mais aprofundado, foi observado que estes conseguiram aprender com a experiencia, não se esquecendo das tarefas realizadas anteriormente e dos erros cometidos, apresentando assim uma aprendizagem satisfatória.

Depois de descobrir que os ratos podiam de facto aprender e resolver os problemas dados, foram analisadas ao pormenor as mudanças que ocorreram nos cérebros dos ratos durante a experiência desenvolvida. Em conclusão à análise, foram identificadas alterações funcionais significativas em duas regiões específicas do córtex pré-frontal.

“Curiosamente, em estudos anteriores estas mesmas regiões do córtex pré-frontal também foram descritas em pacientes com Alzheimer, o que sugere que os circuitos de compensação que reagiram nos ratos, poderão ser semelhantes aos que são desenvolvidos no humano” disse Vissel. “Embora seja bastante provável que a atividade cerebral, dos pacientes com Alzheimer, já esteja a fazer esta compensação, esta descoberta tem um potencial bastante significativo para uma possível extensão desta compensação, melhorando assim a vida de muitos doentes”.

O hipocampo, uma estrutura em forma de cavalo-marinho onde são desenvolvidas as memórias, desempenha um papel crítico no processamento, armazenamento e recordação de toda a informação registada. O hipocampo é altamente suscetível a danos por acidente vascular cerebral ou falta de oxigénio e é criticamente influente na doença de Alzheimer. “Até agora temos estado a estudar e tentar descobrir como estimular os reparos dos danos dentro do hipocampo” afirmou Fanselow. “Nós agora temos uma nova visão sobre outras estruturas e de novos circuitos cerebrais que poderão ser de todo uma ajuda”.

“Comportamentos geram alterações moleculares no cérebro, se sabemos quais as alterações moleculares que pretendemos, então neste caso pudemos tentar facilitar essas mudanças através de terapias comportamentais e medicamentosas” Acrescentou o cientista.

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