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O dinheiro pode comprar a felicidade


Efetivamente, uma nova pesquisa levada a cabo pela Universidade de Michigan, revelou que quanto mais dinheiro se tem, mais aumenta a probabilidade de se ser feliz.

É claro que todos nós já ouvimos a famosa expressão que “o dinheiro não compra felicidade”, no entanto estes pesquisadores descobriram evidências em contrário. Apesar do dinheiro comprar ou não a felicidade, também temos que ter em conta que o conceito de felicidade varia drasticamente de pessoa para pessoa.

Deste modo, os pesquisadores seguiram pessoas que têm como ideais de felicidade, o bem-estar, a satisfação com a vida, suportando as condições básicas de vida, alimentando-se bem e com bons cuidados higiénicos. A pesquisa determinou, que a relação entre o bem-estar pessoal e a renda é aproximadamente linear, ou seja o bem-estar pessoal muito raramente irá diminuir com o aumento da renda. Na verdade, seguindo por este ponto de vista, quanto mais dinheiro se tem, mais dinheiro será preciso para o manter feliz. Consequentemente o dinheiro também transporta um grande agente motivador, pois encontrando o bem-estar, a pessoa encontra-se munido de todas as armas emocionais, para conseguir prosseguir com a sua vida, alcançando cada vez mais sucesso elevando o seu ego e estado de espírito, proporcionando mais felicidade.

Ter uma família que se ama e que nos ama, é certamente o ponto mais forte na felicidade, mas se a isso acrescentarmos o equilíbrio financeiro, tudo será mais fácil e menos problemas surgirão. Talvez se caminharmos até uns bons anos atrás, apercebemo-nos que a felicidade não se associava tanto ao dinheiro como nos dias de hoje. Com o avanço da tecnologia, com o aumento da taxa de intelectualidade e com um certo equilíbrio das classes sociais, nos dias de hoje nós afeiçoamo-nos cada vez mais às excelentes condições de saneamento que temos e à fácil acessibilidade de comida e bens pessoais. Se neste momento deixarmos de ter todas estas regalias e viajarmos no tempo para uns míseros 20 anos atrás, a nossa taxa de felicidade quase certamente irá diminuir drasticamente, pelo simples facto de não termos o bem-estar que nos era à pouco tão fácil manter. Ainda assim, se alargar a sua visão, verá que os seus antepassados puderam viver felizes sem qualquer tipo de mordomia associada.

Tudo isto revela que hoje em dia, a felicidade não se traduz tanto ao estado emocional, mas sim também ao nosso estado de bem-estar, comparando com a sociedade em que estamos envolvidos. Nos tempos que correm, as pessoas têm demonstrado ser cada vez mais observadoras, seguindo os passos que outros tomaram, por já terem um exemplo a seguir. Desta forma, nós tendemos a encaixar o nosso conceito de felicidade naquilo que os outros consideram como sendo a sua felicidade. E se hoje o termo de felicidade implica bem-estar e que consequentemente este bem-estar implica ter dinheiro para o alcançar, então sim pudemos infelizmente admitir que para obtermos tal felicidade temos que ter dinheiro.

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