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O mundo acabará em 21 de Dezembro de 2012 ?

De facto, muito se especula em relação à data, 21 de Dezembro de 2012, em que a a maior parte das teorias passam por acontecimentos catastróficos.

Não posso deixar de referir que inúmeras pessoas estão convencidas, da certa data, 21 de Dezembro de 2012, para o dia do nosso juízo final, mas qual será o motivo para que esteja tanta gente convencida de que grandes catástrofes não acontecerão num dia aleatório, mas sim, numa precisa sexta-feira, 21 de Dezembro de 2012.
A explicação é muito simples, pois o calendário Maia acaba precisamente nesta data a 21 de Dezembro de 2012, este povo, o povo Maia, concebeu alguns calendários com vista em descrever vários ciclos, um dos seus calendários mais longos, “A Contagem Longa”, regista um período de 5126 anos. Grandes peritos determinam que este calendário referente à Contagem Longa, terá começado em 3114 a.C. e desta forma terminará no solstício a 21 de Dezembro de 2012.

Deste modo a questão que se põe é: Terão estas especulações razões de ser? Se sim quais serão os desastres mais credíveis para 2012 ?

Enquadramento do Sol no centro da Via Láctea

Há quem coincida a data 21 de Dezembro de 2012 com o enquadramento do Sol no centro da Via Láctea, após este acontecimento, julga-se que ficaremos desligados da energia cósmica vital. Contudo esta teoria é um pouco contraditória pois sugere-se que o alinhamento perfeito tenha ocorrido em 1998 e como nada de anormal se sucedeu acredita-se então que em 2012, não acontecerá qualquer tipo de distúrbio referente a esta teoria.

A Crise Solar

Em contrapartida, podemos ficar mais preocupados não com a privatização da energia cósmica, mas sim com as inúmeras partículas que viajam pelo enorme cosmos, podendo atingir a terra, de uma forma ou de outra. Neste ponto de vista, pensa-se que a ameaça mais próxima e mais plausível esteja a uns meros 150 milhões de quilómetros de distância. Estamos a falar da nossa grande fonte de vida, o Sol.
É de sublinhar que tanto nós, como o Sol, temos as nossas fases de crise, fases estas mais complicadas, estas fases de “mau humor”, por parte do Sol são identificadas pelas suas enormes erupções solares, que libertam enormes explosões de energia. No entanto estas explosões de radiação, podem ser apenas o inicio de esta crise solar, pois a imensa actividade do Sol poderá causar a expulsão de material solar para o espaço, este material expelido, tem o nome de, Ejecção de Massa Coronal (EMC), este material quando expelido pelo Sol pode alcançar velocidades que rondam os 1.6 milhões de km/h.
Quando estas EMC são projectadas para o espaço por parte do Sol, estas proporcionam altas energias atingindo grandes velocidades, podendo estas EMC virem em direcção à terra, propagando-se em ondas de choque.   

O que acontecerá se as EMC's vierem em direcçao à Terra ?

Simplesmente, se as EMC’s vierem em direcção ao nosso planeta, nós poderemos estar metidos em grandes sarilhos, pois se este fenómeno ocorrer em 2012 a humanidade não terá muito tempo para se preparar, se virmos bem as EMC’s depois de expelidas pelo Sol poderão alcançar a Terra num espaço de dias.
Após a onda de choque atingir a terra, esta irá embater nos satélites em órbita, avariando os seus sistemas electrónicos, o que inutilizaria grande parte da nossa rede de satélites. Em todo o caso, a perda da rede se satélites não passará apenas do inicio. Porém a Terra ainda tem um “escudo” que nos pode proteger destas ondas de choque, a Magnetosfera (Campo Magnético da Terra), contudo esta nossa protecção não é imune a qualquer tipo de ondas de choque, a verdade é que, quanto maior for o fluxo de partículas e quanto mais elevada for a sua energia, maior é a probabilidade de ocorrerem fragilidades no nosso campo Magnético, estas fragilidades traduzem-se no movimento dos nossos campos Magnéticos, causando correntes eléctricas, que por sua vez provocarão flutuações energéticas, acabando por avariar transformadores, ocorrendo assim falhas nas redes eléctricas, provocando apagões por todo o mundo.
Consequentemente estes apagões poderão não ser apenas de carácter temporário, estudos indicam que a recuperação total poderia demorar entre 4 a 10 anos. Este período de tempo poderá ter consequências devastadoras, pois actualmente a humanidade em grande parte está dependente da energia eléctrica, vivendo desta forma dependentes, todos nós poderíamos acabar por morrer por diversas causas, como por exemplo de frio e de fome.

Efectivamente, a cada 11 anos, o Sol atinge o seu nível máximo de actividade, e a verdade é que espera-se que no final do ano 2012 o próximo máximo Solar esteja pronto a chegar, no entanto nós já passamos imensas vezes por estas fases Solares e nunca houve qualquer tipo de preocupações. Por este mesmo facto, esperemos que o nosso campo Magnético esteja em excelentes condições para nos servir de “escudo” no combate às EMC’s.

Inersão do Campo Magnético da Terra

Não há dúvida de que, a inversão do nosso Campo Magnético tem um carácter periódico, pois na verdade este já deu uma volta de 180º e fá-lo-á novamente. Esta ocorrência decorre de um forma muito natural demorando tipicamente milhares de anos. Com vista no que acabei de referir, certamente não surgirá qualquer acontecimento deste tipo destinado para 2012. Porém é também fundamental perceber que as erupções Solares não têm grande efeito a acelerar a inversão do Campo Magnético.
Em contrapartida o Campo Magnético da terra poderá não se alterar em 2012, mas o facto de estar num processo de mudança pode representar um sinal de alerta, para outros perigos. Quando a Magnetosfera de terra está prestes a a passar por alterações, consequentemente a dinâmica normal no interior do planeta, também está a ser afectada.
Devemos notar que, o ferro presente no núcleo líquido da Terra é que gera o Campo Magnético, e pelo facto de haver um movimento gradual do Campo Magnético da Terra podemos então de todo conciliar este fenómeno com algo que esteja a acontecer no núcleo terrestre. Deste modo, se existem mudanças drásticas no núcleo da Terra logo haverá pressão a acumular-se no seu interior e a dado momento essa pressão terá de ser libertada e um forma de essa energia ser libertada é sob a forma de um sismo.

Infelizmente todos nós já tivemos a oportunidade de ver os grandes impactos que um sismo poderá causar consoante a sua intensidade. Ora segundo esta teoria, poderão estar grandes forças acumuladas em diversos locais do planeta, que chegando as rochas à sua exaustão, terão de libertar toda a energia acumulada provocando sismos que podem assim desencadear erupções Vulcânicas na Terra e no Mar, podendo também assim ocorrerem tsunamis, e de um momento para o outro estamos perante uma cadeia de cataclismos sucessivos com potencial para exterminar a vida na Terra.

Colisão com a Terra

Efectivamente, o nosso planeta poderá não ser destruído a partir do seu interior, mas sim a partir do seu exterior, como por exemplo colidindo com outro planeta. Infelizmente para a Terra o espaço está cheio de enormes materiais rochosos a flutuar à procura com algo com que colidir. No entanto o nosso planeta é atingido diariamente por coisas vindas do espaço, os maiores asteróides que costumam atingir a Terra são do tamanho de uma bola de basquete, mas no momento em que estes entram na nossa atmosfera são submetidos a grandes pressões e altas temperaturas e acabam por se aniquilar. É de sublinhar que a Terra é atingida por estes asteróides com tamanhos mínimos cerca de uma vez por semana. Em contrapartida, vários estudos têm sugerido que a massa mínima, de impacto de um corpo na Terra para que sejam produzidas consequências globais, é de algumas dezenas de biliões de toneladas, ou seja, se um corpo desta dimensão colidir com a Terra irão ser causados danos catastróficos, tais como, sismos, erupções vulcânicas e tsunamis, podendo levar à extinção de vida no nosso planeta. Ainda assim, corpos como asteróides e cometas com cerca de 1 a 2 quilómetros de diâmetro, colidindo com a Terra, poderão causar graves danos locais, mas felizmente não representam uma ameaça global.
Algumas teorias apontam para que esta possa ser uma das catástrofes assinaladas para 21 de Dezembro de 2012. Nostradamus prevê para o ano de 2012, uma grande destruição em massa provocada por um cometa. Não está claro se este comete irá embater com a Terra, ou se vai passar muito perto dela, causando terramotos e outras consequências catastróficas, em suma todos os intérpretes das suas quadras revelam que será efectivamente um cometa que irá causar distúrbios em algum lugar em Dezembro de 2012. Nostradamus numa das suas quadras escreve, “No céu, será visto um grande fogo arrastando um trilho de faíscas”.

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